História. No seu clube ele não fez

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Muitos são promessas, meninos prodígios, outros acabam vindo de tapa-buraco e uns até mesmo como contratação de peso. O jogador encanta quando está no time pequeno, faz um excelente campeonato, define o jogo contra os grandes e acaba indo para o seu clube do coração com a esperança de ser estrela, porém as exibições não são as mesmas, e o “craque” acaba se perdendo.

É o que mais acontece no futebol, e quem se lembra deles? Nós, os verdadeiros torcedores, que resgatamos em vaga lembrança e compartilhamos maus momentos ao lado das promessas perdidas. Sergio Gioino, argentino, atacante, promessa palmeirense que veio do Universidad Católica do Chile em 2005, um fracasso, hoje o jogador atua na segunda divisão chilena (para alegria alviverde). Sandro Hiroshi, veio do Rio Branco de Americana após fazer um brilhante campeonato paulista de 1999, até ajudou o Tricolor ao lado de França, mas foi pego com adulteração na data de nascimento, foi contratado pelo Flamengo, onde não vingou. Hoje está no Red Bull Brasil, time de Campinas. Bem, vamos continuar a lista negra do futebol, o próximo é Zelão, veio do Bragantino para o Corinthians, após o campeonato paulista de 2007, onde o time de Bragança Paulista chegou nas semifinais, o zagueiro ajudou a rebaixar o Timão para a série B do nacional, e atualmente o jogador se encontra desempregado. Chegou a vez dos flamenguistas: vamos falar de Peralta, o jogador uruguaio chegou a vestir a alviceleste e a passar pelo velho continente, em 2006 se transferiu para o Flamengo, mostrou certa habilidade, mas não durou muito tempo e regressou ao Uruguai.

Sandro Hiroshi, "gato" sem sucesso, veio de um time pequeno para o Tricolor e não vingou

Ainda tem muito mais, e quem se lembra de Henao? Era considerado na Colômbia como o “novo Higuita” (coitado), foi a peça principal do Once Caldas na conquista da Libertadores de 2004, onde o time colombiano eliminou o Santos e o São Paulo da competição, foi contratado pelo time da Baixada Santista, e claro, como se refere a matéria, o goleiro não deu certo no futebol brasileiro. Falando em goleiro, o jovem Johnny Herrera defendeu as cores do Corinthians em 2006, o “Superboy” como era apelidado, era reserva do Nelson Tápia (outra pérola, ex-goleiro do Santos) na seleção chilena, fez pouquíssimas exibições pelo Timão e em 2007 já voltou para o Chile, de onde não deveria ter saído, em 2009 o jogador foi preso por atropelar uma mulher no Chile. Para refrescar a memória são-paulina podemos falar um pouco do Paulão “Desmaio (clique no link para entender o codinome, aproveite e ria), que veio do Mogi Mirim, lento e ruim, fez dupla de zaga com Wilsão em 1999. Beto Cachaça, passou pelos 4 grandes do RJ, Grêmio e São Paulo, rodado, o jogador já até vestiu a amarelinha, foi campeão do Brasileirão de 95 pelo Botafogo, assim começando sua carreira; esse foi citado devido o seu apelido e sua vasta rodagem pelo mundo da bola.

Seguindo a linha dos gênios da bola, vamos falar de Edmílson “Canhão do Pantanal”, começou no Comercial/MS, teve passagem pelo Paraná Clube, e em 2007 foi para o Verdão, tinha a alcunha devido ao forte chute, após grave lesão saiu do Palmeiras. Falando ainda do time palestrino, que tal Rosembrick? Rodou o Brasil, e foi mais um insucesso no Palmeiras, geralmente o jogador é dispensado pelo time que passa. De Nigris, atacante mexicano foi contratado pelo Santos em 2006, jogou 2 partidas e fez 1 gol, hoje o atacante se encontra morto. Isso mesmo, enquanto dormia, o atleta sofreu um infarto. Grande Rodrigo Beckham, mito, não tinha semelhança nenhuma com o craque inglês, nem fisicamente, muito menos no futebol, atuou por Atletico Mineiro, Corinthians, Juventude, Atlético PR e Vasco, e peregrinou ainda mais, sofreu problemas graves no joelho e atualmente é comentarista.

É difícil citar todos os boleiros, mais difícil ainda é lembrar de todos, mas a lista é imensa, e craques como : Diogo Rincón, Régis Pitbull (da mesma família do Cláudio Pitbull), Axel, Reginaldo Cachorrão, Marinho, Pimentel (ex-São Paulo), Jorge Preá, Cocito, Clodoaldo ( ex-Corinthians), Alceu, Astorga, Bóvio, Perdigão, Dinélson, Abuda, Eduardo Ratinho, Wescley, Jumar, Sandro Silva, Bolaños (ex- Santos), Jhonson (Angolano da Portuguesa), Frontini, Eduardo Arroz (da familía do Rodrigo Arroz), Batata, Gralak, Bobô, Alessandro Cambalhota, Nonato, Allan Dellon, Gustavo Nery, Possato, Geílson, Valdiram, Trípodi, Kuki, Florentín, Dill, Rondón, Muñoz, Espíndula, Thiago Gentil, Alberoni, Abedi, Bruno Meneghel, Vinícius Colombiano, Luciano Sorriso, Baloy, Lulinha, Alex Terra, Fábio Bala, Ameli e inúmeros outros, que são figuras emblemáticas do nosso futebol, juntamente com seus técnicos como: Giba, Galo, Jair Picerni, Gama, Vadão, Márcio Bittencourt, Parraga e Caio Júnior.

Cada um dos listados teve sua contribuição para o futebol, uns até mesmo conseguiram certo status e prestígio, mas o certo, é que muitos exemplos ainda virão contribuir para o mundo dos desconhecidos da bola. Jogadores como estes são verdadeiros mitos do futebol e têm sua parcela de reconhecimento. Para fazer história é preciso ter algo diferencial, que é o que molda o verdadeiro craque, todavia, não é dom de todos ser bom de bola, e ser gênio não é para qualquer um. Esses andarilhos da bola aqui citados são os mais puros exemplos de casos que não deram certo por diferentes razões, e merecem respaldo, mesmo que seja uma simples e vaga lembrança.

Por Amauri Barbosa – @amauriganso

Foto: abril.com.br


About amauriganso

Acadêmico do 2º ano de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa - Paraná, pedestre, eleitor, paulista e são-paulino de coração.

4 responses »

  1. Rodrigo de Souza

    Só craque de bola! HAHAHA
    Faltou o Reginaldo Araújo, o pior!
    Esse era estragado de ruim!
    AUHSUAHU

    Responder
  2. Muito bom o texto, confesso não lembrar de nenhum mesmo! hauhauahu
    É sua praia né, mandou muito bem! =D

    Responder
  3. Tarcis Almeida

    Lembro de quase todos, excelente matéria!

    Daqui alguns anos vamos comentar sobre outros quase gênios da bola! HAHAHAHA

    Responder
  4. Murilo Batista

    Ótima matéria.
    Só faltou falar do Tamandaré, que jogou pelo Corinthians em 2007. Seu lema era “baixa a cabeça e vai com Deus”. Hahaha.

    Responder

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